Excelente texto do Arnaldo Jabor.
Este é um espaço para a cultura em geral e as minhas esquisitices. Não hospedamos qualquer tipo de arquivo, apenas postamos links interessantes para arquivos carregados por teceiros. Entre, leia, ouça, critique e divirta-se.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
AGUARDANDO ANSIOSAMENTE
TWIXT - Francis Ford Coppola, USA, 2011.
Motivo: Coppola é indispensável e Elle Fanning, uma das maiores promessas de Hollywood, já é realidade.
A DANGEROUS METHOD - David Cronenberg, 2011.
Motivo: Cronenberg precisa de algum motivo para ser adorado?
LIKE CRAZY - Drake Doremus, USA, 2011.
Motivo: sensação do momento.
CONTAGION - Steven Soderbergh, USA, 2011.
Motivo: Soderbergh fazendo algo diferente.
WE NEED TO TALK TO KEVIN - Lynne Ramsay, 2011.
Motivo: além do tema espinhoso, a diretora é uma das mais ousadas que o cinema contemporâneo nos deu.
MELANCHOLIA - Lars Von Trier, 2011.
Motivo: porque Kirsten Dunst é diva, porque Lars Von Trier resolveu trollar com Cannes e se declarou nazista ... e apesar das péssimas crítcas ao filme, precisa de algo mais?
THE IRON LADY - Phyllida Loyd, ING, 2011.
Motivo: Margareth Thatcher + Meryl Streep? Indicação ao Oscar, com certeza!
MY WEEK WITH MARILYN - Simon Curtis, EUA, 2011.
Motivo: eu nunca gostei da Michelle Williams na época de Dawson´s Creek, mas hoje ela tem se mostrado uma excelente atriz.
MARTHA MARCY MAY MARLENE - Sean Durkin, EUA, 2011.
Motivo: história aparentemente boa, paranoia, irmã Olsen desconhecida.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Aí vem uma louca qualquer (Jess Manafort) e resolve fazer um remake (Cowgirl Bandits) do intocável clássico Thelma & Louise. Não está fácil não!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Angelus Novus - Paul Klee
"O anjo da história deve ter esse aspecto. Seu rosto está dirigido para o passado. Onde nós vemos uma cadeia de acontecimentos, ele vê uma catástrofe única, qua acumula incansavelmente ruína sobre ruína e as dispersa a nossos pés. Ele gostaria de deter-se para acordar os mortos e juntar os fragmentos. Mas uma tempestade sopra do paraíso e prende-se em suas asas com tanta força que ele não pode mais fechá-las. Essa tempestade o impele irresistivelmente para o futuro, ao qual ele vira as costas, enquanto o amontoado de ruínas cresce até o céu. Essa tempestade é o que chamamos de progresso".
(BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura, 7º ed. São Paulo: Brasiliense, 1994, pag. 226).
segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
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