terça-feira, 13 de julho de 2010

Dia Mundial do Rock

Fátima - Aborto Elétrico

Música clássica do pessoal da Turma da Colina.

DIA MUNDIAL DO ROCK



Tonight I'm a rock 'n' roll star!!!!!!!!!!!!!

(Rock and Roll Star-Oasis (Live Wembley Arena 2008)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Under the Bridge



Isso definitivamente marcou minha adolescência!!!!!!!!
The Runaways - Floria Sigsmondi, EUA, 2010.

Bem fraquinho. As meninas (Kristen Stewart como Joan Jett e Dakota Fanning como Cherie "Bomb" Currie) até estão bem no papel, mas trata-se de mais um filme mediano sobre a história de uma banda de rock. Perto de Control (sobre o vocalista do Joy Division, Ian Curtis) The Runaways é nada. O filme serve apenas para os pedófilos de plantão verem a Dakota Fanning crescidinha e sexy.


Em tempo: ainda sonho com um filme bacanérrimo que conte a história do punk nova iorquino, de preferência baseado nos livros Mate-me Por Favor (Kill me Please) de Larry "Legs" McNeil e Gilliam McCain.




Acima, duas dicas da amiga FinaEndor, do Dadarquia (linguadefel), exímia conhecedora de cinema e filosofia!
Curriculum Vitae (a.k.a. ficha criminal) da nossa próxima Presidenta!

Direto do wordpress do Pedro Pilar, com maiores informações e causos interessantes.

MEDO!!!!!!!

OS REPLICANTES - Surfista Calhorda

Conversando com uma grande amiga do mundo dos blogs, lembrei-me deste clássico. Só para iniciados no assunto.

Link para o Filmologia e sua matéria sobre o incrível cineasta finlandês Aki Kaurismäki.

segunda-feira, 5 de julho de 2010


Mr. Nobody (Mr. Nobody) - Jaco Van Dormael, CAN/BEL/FRA/GER, 2009.




Filme difícil, não-linear, confuso e chato. Pronto, falei.
The Fourth Kind (Contatos do 4º Grau) - Olatunde Osunsanmi, EUA, 2009.

Filme B faz-de-conta-que-é-verdade. É fraquinho e tal, mas divertido do ponto de vista experimental. Assim, uma palavra para quem tem a mente e o coração abertos: MEDO!!!!

quarta-feira, 30 de junho de 2010


Assistindo ao petardo coming-of-age Ratcatcher da diretora escosesa Lynne Ramsay. Depois de um tempo de hibernação intelecto-cultural, estou novamente empolgada-interessada por bons filmes e cinema de qualidade.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Teargarden by Kaleidyscope - The Smashing Pumpkins

Os caras ( O CARA Billy Corgan) disponibilizaram mais três músicas do novo disco no site oficial http://www.smashingpumpkins.com/ : Astral Planes, A Stitch in Time e Widow Wake my Mind, além da belíssima A song for a Son, já diponibilizada anteriormente.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Alguém se importou com Cannes'2010????????
Lei de Murphy total no trabalho. Tudo dando incrivelmente errado. Muito errado.
Help!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
I love you Phillip Morris - Glenn Ficarra e John Requa, EUA, 2009.

Ótimo filme sobre um golpista homossexual que faz de tudo para manter o padrão gay-of-life dele e seus parceiros (primeiramente, Rodrigo Santoro como Jimmy e depois, Ewan McGregor como Phillip Morris). A história (e o filme) é bom, alternando comédia e drama. E o melhor de tudo: a incrível e inverossímel história contada é verídica!

Shutter Island (Ilha do Medo) - Martin Scorsese, EUA, 2010.

Só um comentário: PUTA QUE PARIU!!!!

quinta-feira, 3 de junho de 2010


Todo funcionário público deveria assistir a Parks and Recreation. Hilário! Adoro!




Gostei da Alice do Tim Burton. Pronto, falei!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Cannes´10


Lista de filmes em competição no 63º Festival de Cannes:
“Another Year”, de Mike Leigh (Reino Unido)
“Biutiful”, de Alejandro Gonzalez Inarritu (Espanha/ México)
“Burnt by the Sun 2″, de Nikita Mikhalkov (Alemanha/ França/ Rússia)
“Certified Copy”, de Abbas Kiarostami (França/ Itália/ Irã)
“Fair Game”, de Doug Liman (EUA)
“Hors-la-loi”, de Rachid Bouchareb (França/ Bélgica/ Algéria)
“The Housemaid”, de Im Sang-soo (Coréia do Sul)
“La Nostra Vita”, de Daniele Luchetti (Itália/ França)
“La Princesse de Montpensier”, de Bertrand Tavernier (França)
“Of Gods and Men”, de Xavier Beauvois (França)
“Outrage”, de Takeshi Kitano (Japão)
“Poetry”, de Lee Chang-dong (Coréia do Sul)
“A Screaming Man”, de Mahamat-Saleh Haroun (França/ Bélgica/ Chade)
“Tournee”, de Mathieu Amalric (França)
“Uncle Boonmee Who Can Recall His Past Lives”, de Apichatpong Weerasethakul (Espanha/ Tailândia/ Alemanha/ Reino Unido/ França)
“You, My Joy”, de Sergey Loznitsa (Ucrânia/ Alemanha)

sábado, 27 de março de 2010

É possível superar tão lascinante dor?
O amor destroi, ou só fere um pouquinho?
Amor mata, ou só destroi um pouquinho?

segunda-feira, 15 de março de 2010

Incrível como esse crime contra o cartunista Glauco parece o filme Funny Games!

terça-feira, 9 de março de 2010

Viver resume-se a fingir. Definitivamente. E fugir. Sempre.

domingo, 7 de março de 2010

Precious: Based on the Novel Push by Sapphire (Precious: Uma história de esperança) - Lee Daniels, EUA, 2009.

Vamos nos despir de todo e qualquer preconceito. Gente, as tragédias existem! E embora as escondamos embaixo do tapete, elas estão lá, guardadas, escondidas, porém, vivas e pulsantes, esperando o momento de se manifestarem. Por preconceito, não aceitamos o que somos e, pior, o que os outros são. Fingimos, às vezes, que somos descolados e que já vivemos de tudo a ponto de aceitar todas as "esquisitices" do mundo. Os esquisitos somos nós todos, humanos desumanos que não aceitamos o ser humanos com todas as suas diferenças! Somos diferentes não porque queremos ou escolhemos trilhar caminhos difíceis e pontuados pela marginalidade que persegue as "minorias". Somos diferentes simplesmente porque ninguém é absolutamente igual, a não se aqueles que insistem em se parecerem com alguma coisa ou alguém.
Precious é um filme especial e, assim, como o teatro para loucos do lobo da estepe, para poucos. Somente para aqueles que pretendem buscar compreender a vida sem preconceitos, mas aceitando que eles existem e fazem parte de cada um de nós.

O Oscar, infelizmente, é uma festa grandiosa. E como tal, premia os grandiosos. Assim, os "pequenos" em um ano como este, com dez indicações de melhores filmes, talvez sejam preteridos. Mas não se deixem enganar, a força do cinema enquanto entretenimento está em Avatar e Guerra ao Terror (talvez os grandes vitoriosos da noite), mas a força da arte enquanto forma voltada para a discussão do real estará representada nos "pequenos" e melhores da noite de hoje Precious e A Serious Man.

Gabourey Sidibe é a anti-imagem do glamour e protóripo de mulher hollywoodiana. Não deve ganhar o Oscar esta noite, mas merecia, porque é uma atriz maravilhosa. É dela uma das maiores cenas do cinema do ano de 2009, o momento em que ela, pela primeira vez, expõe para sua professora e colegas de classe e para si mesma todos os seus problemas até então negligenciados: incesto, gravidez, aids, humilhações e, por fim, a sua descrença no amor. Linda e emocionante a cena.
Mas confesso que, só por ter ido pessoalmente receber seus dois Framboesas de Ouro, Sandra Bullock já merecia ganhar qualquer coisa no Oscar deste ano.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Crítica muito bem feito pelo Luiz Zanin do Estadão sobre A Fita Branca de Michael Haneke, uma dos melhores, senão, o melhor filme do ano passado. Abaixo o texto.

Com A Fita Branca, Michael Haneke nos convida a pensar na eficácia da alegoria em matéria de arte. O processo consiste em apresentar um objeto ou conjunto de fatos para, na verdade, simbolizar outra coisa. É uma maneira indireta de pensar, muito útil sob regimes fortes, quando a “mensagem” explícita pode custar a pele ao seu autor. Filmes alegóricos pulularam no Brasil da ditadura, como também em outros países que viveram períodos obscuros. O surpreendente é que, muitas vezes, esse falar enviesado surte mais efeito do que se tudo fosse dito às claras. O que levou Jorge Luis Borges a dizer que a censura era útil porque obrigava o artista a apurar o estilo. Provocação, claro.
É interessante ter isso em mente quando se for analisar este belo filme. Isso porque os acontecimentos descritos em preto e branco impecável e técnica narrativa rigorosa têm sido associados com demasiada facilidade à ascensão do nazismo. Na trama, há um barão poderoso e seus empregados submissos ao extremo, um médico quase tão autoritário quando o proprietário de terras, uma parteira e seu filho doente, o pastor protestante de moral rígida, crimes, muito falatório, e uma população infantil cheia de tédio e rancor.
A Fita Branca parece mesmo descrever esse caldo de cultura propício a regimes fortes. A associação com o nazismo é imediata, mesmo que o filme seja ambientado às vésperas da 1ª Guerra Mundial e não da 2ª. O que talvez seja uma sugestão para ampliar a análise, expandi-la ao invés de circunscrevê-la a um fato histórico determinado. Mesmo porque ninguém até hoje foi capaz de circunscrever “causas” da ascensão de Hitler, origem da maior tragédia do século passado. Essas causas são múltiplas e, entre elas, provavelmente, estaria uma determinada disposição psicológica do povo alemão naquele período específico.
Mas é possível que, ao tirar os fatos que narra da vizinhança imediata da ascensão de Hitler, Haneke tenha em mente buscar as raízes não do nazismo apenas, mas de outras formas de totalitarismo. Nesse formato geral, entrariam manifestações do mesmo fenômeno do qual o nazismo foi protótipo. Nazismo de um lado, stalinismo de outro, e também formas arcaicas e contemporâneas de intolerância, civil ou religiosa ? todas elas bebendo na fonte comum do ressentimento, manipulado pelo dono do poder na ocasião.
Com essa visão ampliada em mente, o filme também cresce. Não mais o consideramos como alusão a um fato datado e que, por terrível que tenha sido, com pouca chance histórica de se repetir. Ele nos serve também como lembrete e dica sobre o presente. Ainda mais que esse presente se mostra tão contraditório quanto o de períodos turvos do passado. Por um lado, temos a ilusão de uma sociedade livre, permeável e mesmo permissiva. Porosa por todos os meios, incluindo a moderna tecnologia de informação. Por outro lado, porém, essa mesma sociedade “aberta” apresenta uma propensão ao controle social (em nome da segurança) ao moralismo e à intriga que nada fica a dever ao ambiente do vilarejo alemão de começo do século 20 descrito por Haneke em A Fita Branca.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A exemplo do que aconteceu há alguns anos atrás, este ano James Cameron deve levar alguns pares de estatuetas do Oscar pelo seu filme Avatar.
Com Titanic, filminho meia boca, mas com efeitos computadorizados de primeira (para a época, nem tão longinqua assim, mas já ultrapassada), o filme conquistou o mundo, o coração das pessoas e a Academia.
Este ano, com outro filminho meia boca, com uma história de amor pró ecologia e efeitos especiais de última geração, mais uma vez o diretor deve levar muitos prêmios. Talvez perca o de Melhor Diretor para sua ex mulher Kathryn Bigelow e, quem sabe, primeira mulher a levar essa consagração. Enfim, não que seu Avatar mereça esse triunfo todo. Não merece! Afinal, um filme que pretende, subliminarmente, ser um Star Wars mal engendrado para as novas gerações, não pode ser levado tão a sério. É um entretenimento apenas. Como diversão e inovações tecnológicas, tudo bem concorrer às categorias técnicas. Mas ganhar tudo, em detrimento de outras obras tão mais sedutoras e interessantes que também concorrem este ano, faz parecer que a Academia sucumbiu em definitivo às bilheterias e ao entretenimento fácil. O que nos leva a concluir que pensar dá uma preguiça danada!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Solidariedade aos cariocas que tanto sofreram com as chuvas dessa virada de ano. Solidariedade ao povo do Haiti que já tão sofrido e segregado pela sociedade mundial, agora desumanizados, padecem como míseros pedaços de carnes putrificadas pela fúria da natureza. Solidariedade aos órfãos da Dra. Zilda Arns.
Aqui e lá, obviamente, que isso tudo, de uma forma ou outra, vai virar algum filme.